Porque sem ele, não teríamos saído da Idade da Pedra. Com amor, respeito e opinião tudo se resolve, tudo evolui...

30
Nov 08

 

Com as notícias de que o ano 2009 será de crise, mais parece o Benfica a dizer todos os anos, que este ano é que ganha o campeonato, com os próprios bancos a não terem liquidez de dinheiro e a dificultarem o acesso ao crédito para a maioria dos portugueses, também nos chegam noticias que, pelo menos a mim me deixam com alguma esperança para o futuro. O nosso Primeiro Ministro, por muitas coisas erradas que ele tenha feito, teve igualmente uma ideia para o investimento e a aposta para o futuro.

 

A meu ver, tanto as novas tecnologias como a novas energias são uma óptima aposta para o futuro. Mas as ideias terão de sair do papel e nascer no terreno. A ideia de aproveitar o vento, a água, o sol, as marés entre outras tantas a que temos acesso para a produção de energia é brilhante. Não sendo produtores de petróleo, teremos de nos liberar dessas algemas que não nos permite crescer como queremos. Toda esta produção de energia renovável, aliada a uma cultura de poupança e reciclagem que está a ser implementada, mais tarde dará frutos. A aposta em tecnologia nacional é o melhor caminho. O famoso Magalhães é um exemplo, embora ainda andam a fazer muita publicidade sem nada para mostrar. O novo carro eléctrico ajuda a nossa produção e cria postos de trabalho. As novas tecnologias esperam-nos. A criação de centros tecnológicos devia ser implementada, juntamente com as condições, para que empresas estrangeiras se implementassem no nosso território e com isso as nossas aprendessem mais. A cooperação é necessária neste campo. Deixemo-nos de fábricas de sapatos e roupas de feira. Viremo-nos para o futuro.

 

Só espero que tudo isto não seja fogo de vista para as eleições que se aproximam. E mesmo que ele perca as próximas, espero que o próximo tenha a mesma visão do futuro e não andem a tapar buracos e a fazerem acusações para todos os lados. Espero que o próximo trabalhe para o futuro e não para o passado. Espero que os próximos limpem o caminho que nos leva para a frente e não ande a limpar o caminho que está para trás.

Espero muita coisa, mas o que mais queria era que a politica mudasse e não continua-se mais nestas guerrilhas partidárias do contra. O que eu queria mesmo, era que aparecesse a pessoa que mudasse o nosso Portugal.

publicado por Alvaro Faustino às 19:16
sinto-me: na espectativa

23
Nov 08

E fotos também. E hoje vou fazer uma coisa. Vou revelar a minha imagem perante a blogosfera, afinal a minha esposa já o fez no seu Hi5, por isso não adianta nada continuar a guardar. Aproveito também e coloco o link para a sua página. Eu cá prefiro continuar nesta plataforma de blogs. Habituei-me, fiz amigos e inimigos, contei e descobri. Por isso continuo aqui e não me rendo ao Hi5. Abri a página para ela, afinal os amigos são mútuos e eu continuo aqui, com vós.

Mas aqui vão as fotos. A primeira é do novo brinquedo que compramos para casa. E em boa altura. É um óptimo entretenimento para as tardes e noites de inverno que chegam mais cedo este ano.

 

Todo electrónico para não andarmos a fazer contas de cabeça. Assim não há batota.

 

Depois neste Sábado, nos meus passeios à procura de algo novo, encontrei as ruínas deste moinho de vento, bem perto de casa mas numa zona que ainda não tinha passado.

 

 

E hoje, perto das 13 horas, começou devagarinho e sem contar-mos. E assim continua até esta hora (19:00 neste momento).

 

 

 

E agora o momento. A grande revelação. As fotos que irão fazer a internet parar, o SAPO esmagar. É que agora as visitas aqui serão aos milhares em apenas horas...

 

Ok, estou a exagerar, afinal não passamos de pessoas normais que tiveram de emigrar.

 

Olha o beijinho...

 

Eu mesmo, sim este sou eu. E a minha esponja. Não, esposa porra.

 

E já está, afinal não custou nada. Agora vou meter-me num duche quente, pois ainda estou gelado. Tal como as fotos, ainda estamos todos fresquinhos da volta que fomos dar pela neve. Mas pelo que soube, também em Portugal se espera para esta semana, uma vaga de frio. Vento Leste frio irá chegar ao nosso país e tra-rá, para além da queda de neve acima dos 1000 metros, também um abraço, que espero ser quente, de mim e da minha esposa.

 

Assim me despeço, pronto para mais uma semana. Mas não nesta.

 

publicado por Alvaro Faustino às 17:35
sinto-me:

21
Nov 08

E é oficial. Hoje começou a temporada de temporais aqui na Holanda. E de que maneira. Da parte da manhã o vento foi tanto que conseguiu roubar 3 ou 4 dias de trabalho. É que ele conseguiu colocar toda a estufa abaixo. Com isso, todo o vidro e alumínio de suporte ficou estilhaçado e espalhado pelo chão, com um prejuízo estimado de quase 50 000 euros. Sim, esse mesmo valor.

 

 

Sei que a qualidade não é a melhor, mas pelo som já deve dar para entender como foi. O tempo de gravação também não é muito, mas quando nos apercebemos que iríamos ser atingidos... Bem, dá para perceber. Não foi necessário pedir licença ás pernas para correr.

 

Nem tudo foi mau. Hoje também tivemos oportunidade de ver cair os primeiros flocos de neve, embora ainda não desse para pintar de branco as ruas e telhados, nem sequer os passeios. Ainda caem meio chuva, meio granizo, mas já nos apercebemos do frio que se aproxima. Para este fim de semana as temperaturas são de 4 graus. Não, não de mínima mas sim de máxima. 4 graus de temperatura máxima? Estou mesmo a ver-me em casa mais um fim de semana, ainda por cima com mais prognostico de queda de neve. É um dos espectáculos mais simples e contudo mais belos que a Natureza nos pode oferecer.

Bom fim de semana a todos.

publicado por Alvaro Faustino às 19:55
sinto-me: com frio

19
Nov 08

Definitivamente este jornalista merece um prémio, um Globo D'Ouro, qualquer coisa. Finalmente alguém levou ao máximo o ditado popular "se não os podes vencer, junta-te a eles".

 

 

publicado por Alvaro Faustino às 18:47

E acabou o destaque. Agora que estava a gostar. Mas não foi mau. Tive-o durante todo o fim de semana e contribuiu para mais de 2000 visitas nesse período. Nada mau.

 

Mas enfim, o que me leva hoje a escrever aqui é outra coisa. Quase todos nós já assistiu a um jogo de futebol na tv. Claro que sim. Mas alguém já reparou nos badalhocos que os jogadores são? Quase ninguém. Porquê?

 

Durante uma emissão de uma partida de futebol, quando as câmaras apresentam planos próximos dos jogadores, quase sempre estes cospem para o chão, para a relva. Para a mesma relva onde eles jogam. Para a mesma relva onde eles caem quando sofrem a falta e se atiram para o chão. Para essa mesma relva onde à pouco tempo atrás ele ou um colega de profissão deixou lá um "verdinha".

 

NOJENTO.

 

 

publicado por Alvaro Faustino às 17:27

14
Nov 08

Sim sim. É verdade. Este blog está nos destaques.

 

Descubra porquê! E digam se valeu a pena.

 

Obrigado à equipa do SAPO BLOGS e a todos os que o visitam.

publicado por Alvaro Faustino às 17:31
sinto-me:
tags:

11
Nov 08

 

Viva o dia de S. Martinho, onde há castanhas e bom vinho. Menos para mim, claro. Hoje anda tudo na comezaina das castanhas, aproveitando o chamado verão de S. Martinho. Por acaso hoje, por estas bandas até esteve um dia típico desta altura, mesmo não se festejando o S. Martinho. Nem sabem o que isso é.

 

Mas festejos aparte, alguém sabe o que se passou neste dia? O porque do dia de S. Martinho?

 

 

Diz a lenda que um soldado romano ao regressar a Itália pelos Alpes vindo da França, encontrou pelo caminho um pobre mendigo, com a roupa rasgada e molhada. Ao ver semelhante, o soldado que vestia a roupa normal daquele tempo e época do ano, decidiu pegar na sua espada e cortar ao meio sua capa. Deu meia capa ao pobre homem para que se agasalha-se do cortante frio dos Alpes e logo ali, passado algum tempo o Sol brilhou como se fosse Verão, aquecendo o mendigo e mesmo o soldado romano que o tinha ajudado.

Por isso se chama Verão de S. Martinho nesta altura do ano. E que seja verdade ou mentira, afinal não passa de uma lenda, é uma maneira de deixar uma boa lição, mesmo nos tempos de hoje.

publicado por Alvaro Faustino às 21:22
sinto-me: eu quero uma castanha
música: som das castanhas a serem descascadas

09
Nov 08

Estes dias, quando cheguei a casa vindo do trabalho, deparei-me com esta relíquia estacionada á minha porta. Não é que seja uma grande máquina, mas é uma raridade encontrar uma peça destas a circular nas ruas, seja em que país for.

 

 

Se calhar é a sua raridade que a faz uma grande máquina. Eu não me estava a ver a conduzir uma coisa destas.

 

Outra coisa que vimos também estes dias, mais concretamente no Sábado passado, foi esta ponte a abrir. Já estou habituado a ver estas coisas, mas continua a ser uma coisa que me impressiona pela sua engenharia. Esta é a maior da Europa e uma das maiores do Mundo. O que a fez abrir foi apenas um pequeno barco antigo, mas com um grande mastro.

 

 

 

 

publicado por Alvaro Faustino às 18:02

Ora como já reparam, eu andei para aqui a mexer para descobrir novos visuais. Uma nova cara era precisa à já algum tempo, uma vez que este blog já tem uns anitos, já tendo vindo da antiga plataforma do sapo, mais ou menos com o mesmo visual.

 

Pois bem, sendo assim lembrei-me de renovar, mas estou sempre aberto a sugestões e criticas. O nome do blog, como se pode ver, continua o mesmo e a filosofia também, muito embora agora de uma e para outra perspectiva. Devido á situação económica do nosso país, fui forçado a emigrar. Mas isso fez renascer em mim um espírito adormecido comum a todos os portugueses. O espírito DESCOBRIDOR da nossa nação. E para que isso acontecesse tive de manter o meu pensamento aberto. Aberto a novas oportunidades, a novas gentes e terras, a novas maneiras de viver e a outra se calhar mais importante, a redescobrir o que é ser português. Ou pelo menos o que deveria ser...

 

O novo visual reflecte isso mesmo. Aliado a estar num país igualmente banhado por mar e com tradições marítimas e também porque é o seu sistema de canais que ajudou-o a ser o que é hoje, faz com que o blog seja assim. A rocha reflecte a dureza e firmeza que deveríamos ter para enfrentar a vida, embora seja o suficiente moldável para ser esculpida pela água, sendo esta as mudanças que nos acontecem. E a gaivota, que não é mais do que termos as asas e a liberdade de descobrir novos caminhos e podermos ter um vislumbre daquilo que podemos fazer para alcançar um futuro melhor, muitas vezes com tempestades contra, que também fazem agitar as águas pelas quais navegamos que moldam a rocha mais brutalmente.

 

publicado por Alvaro Faustino às 00:01
sinto-me: renovado

01
Nov 08

 

Ora entao alguém teve a brilhante ideia de acabar com os chumbos nas escolas portuguesas. Quem foi esse anormal, que provavelmente chumbou muitas vezes, que teve esse flash de inteligência? Já agora, mais vale fechar todas as escolas. Assim ninguém chumba de certeza.

 

A falar a sério agora, não cabe na cabeça de ninguém, pelo menos na minha, esta solução para o mau sucesso escolar nas nossas escolas. Isto faz-me lembrar a campanha para acabar com o analfebetismo. É deixar os idosos morrer e por conseguinte, os analfabetos. Mas esta medida que querem implementar nas escolas não é mais do que um outro tipo de analfebetismo, porventura com consequências mais graves.

 A justificação que foi dada é, a de que a Finlândia tem este sistema implementado à algum tempo e com resultados animadores, mas não queiram comparar suas excelências o nivel de ensino nestes países, com muito mais condições que a nosso. Sem falar da cultura e maneira de pensar e encarar a vida. As nossas escolas, em termos de comportamento de alunos, já é má que chegue, não queiram agora darem-lhe asas para tudo e mais alguma coisa. É preciso sim obrigar os jovens a ter responsabilidade, a saberem que a vida é feita de trabalho e sacrificio. Começando agora a fazerem isto só lhes vai dar a sensação de impunibilidade, uma falsa sensação de segurança. Um aluno que não estude e tenha comportamentos delinquentes vai continuar a tê-los, pois uma vez que não precisa de se esforçar para conquistar os objectivos, quando chegar à idade adulta irá a continuar a comportar-se da mesma maneira. Como um míudo. Sem responsabilidade nenhuma, sem medo das consequências, já que a propria escola o ensinou a isso.

 

Metam é os míudos a estudar e a puxar pelas cabeças, a ensinar-lhes os bons modos para o futuro. Não o contrário.

 

 

publicado por Alvaro Faustino às 19:46

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