Porque sem ele, não teríamos saído da Idade da Pedra. Com amor, respeito e opinião tudo se resolve, tudo evolui...

30
Dez 08

Oui, je parle un petit peut de français. Embora já me tenha esquecido de muita coisa. Foi uma das línguas que mais gostei de aprender. Como é que eu fui parar á Holanda? Mas isso agora não interessa, o importante é dizer que cheguei bem. O único problema é que saí do frio e meti-me... no frio, que já me brindou com um pouco de neve. Para já, a imagem que retenho é a imagem dos Alpes Suíços, vistos do avião, cheios de neve. Só tenho pena das nuvens não me terem dado tempo de tirar uma foto para partilhar.

 

Isso e uma linda menina de dois meses, que me recebeu sem estranhar a nova presença.

publicado por Alvaro Faustino às 18:05
tags: ,

 

Antes demais, espero que o vosso Natal tenha sido único. O meu foi, como sempre. Todos os anos são diferentes e únicos e no entanto são iguais a tantos outros. Tenho muitas fotos para colocar, e embora esteja já na Holanda, a esta hora ainda não estou em casa, embora já tenha lá passado. Neste momento estou no aeroporto a fazer horas para apanhar outro avião. É que as férias ainda não acabaram. Ainda tenho mais uma semana, que aproveito para passar num sitio diferente. Como se devem lembrar, tinha passagem de ano marcada para a Suíça e estou, neste momento a começar essa passagem.

 

Fiquei viciado em viagens. Já o gostava de fazer no nosso país, correr todo aquele território único e muito diferente entre si, agora estou a faze-lo pela Europa. Só espero que não fique por aqui, uma vez que já tenho mais um convite a ponderar: voltar a visitar a cidade luz; Paris. Agora era bom que a viagem decorre-se de maneira diferente. Talvez de comboio. É sempre possivel adicionar mais romantismo ao romantico.

 

Espero que o Ano Novo corra melhor a todos. Já é tempo de o povo português ter direito um descanso nestas crises todas. E já agora todos os outros povos também.

 

Deixo-vos com um abraço quente

publicado por Alvaro Faustino às 01:26
sinto-me: em contagem decrescente

12
Dez 08

Como me encontro de malas feitas para as férias e como não sei se irei ter tempo de vir por aqui antes do Ano Novo, deixo já aqui os meus votos de Natal para todos.

 

 

 



publicado por Alvaro Faustino às 20:27
sinto-me: ouh ouh ouh
música: Merry Christmas

11
Dez 08
publicado por Alvaro Faustino às 19:21
sinto-me: em movimento
música: várias
tags:

09
Dez 08

 

Em contagem decrescente para as férias de Natal.

 

Pois, no final desta semana parto para mais umas merecidas férias no meu país e junto com a família. A comer um bom bacalhau e todas aquelas guloseimas de se preparam para esta época. Esta é, sem dúvida, a semana mais penosa na vida de um emigrante.

 

publicado por Alvaro Faustino às 17:33
sinto-me: uuuuuuuuuuhhhhhhhhh

06
Dez 08

Mal li a noticia no SAPO, esperamos todos pelas noticias da noite para vermos a tragédia que se abateu mais uma vez na comunidade piscatória nacional, até porque a maior parte da família da minha esposa também são pescadores. Fomos seguindo as imagens na televisão e descobrimos o pior. Um dos falecidos no naufrágio era das Caxinas, terra de Vila do Conde, donde é natural a família de parte do pai. Tratamos logo de ligar para a nossa terra a saber novidades. Ainda era cedo. As noticias eram contraditórias e ainda ninguém sabia ao certo quem seria. Umas horas mais tarde ligaram-nos e disseram a noticia. Um dos seus primos era a vitima que o mar colheu. Nada a fazer agora a não ser chorar mais uma vida que o mar tirou.

 

Os mais sentidos pêsames a todas as famílias que perderam os seus entes queridos. E que terão as mesas mais vazias neste Natal. Não deveria ser assim, mas infelizmente a vida também é feita de morte. E essa não escolhe dia ou lugar para atacar.

 

A todos os pescadores que ainda andam por aí, a lutar pela sua vida e da sua família, um grande, mas grande abraço, quente e seco, na sua chegada a bom porto.

publicado por Alvaro Faustino às 21:58
sinto-me:

04
Dez 08

Toda a gente ficou em casa e relembrou o dia 1 de Dezembro. Não precisarei de dizer o porquê desse feriado. Pelas minhas voltinhas por a internet, pude verificar que a maioria das pessoas sabem o que aconteceu nesse dia de 1640. Mas será que alguém questiona se o feriado é justo ou é mais um feriado para aproveitar. Não, eu acho que este feriado deverá continuar a existir. Mas igualmente deveria existir outro, para mim muito mais importante para Portugal. Se os políticos vierem agora dizer que "não pode ser. Seria muitos feriados no país e bláblá blá". Pois eu digo que não se preocupem, apenas temos de colocar o 15 de Agosto um dia antes. Quem nunca ouviu falar da Padeira de Aljubarrota:

 

"Brites de Almeida não foi uma mulher vulgar. Era feia, grande, com os cabelos crespos e muito, muito forte. Não se enquadrava nos típicos padrões femininos e tinha um comportamento masculino, o que se reflectiu nas profissões que teve ao longo da vida. Nasceu em Faro, de família pobre e humilde e em criança preferia mais vagabundear e andar à pancada que ajudar os pais na taberna de donde estes tiravam o sustento diário. Aos vinte anos ficou órfã, vendeu os poucos bens que herdou e meteu-se ao caminho, andando de lugar em lugar e convivendo com todo o tipo de gente. Aprendeu a manejar a espada e o pau com tal mestria que depressa alcançou fama de valente. Apesar da sua temível reputação houve um soldado que, encantado com as suas proezas, a procurou e lhe propôs casamento. Ela, que não estava interessada em perder a sua independência, impôs-lhe a condição de lutarem antes do casamento. Como resultado, o soldado ficou ferido de morte e Brites fugiu de barco para Castela com medo da justiça. Mas o destino quis que o barco fosse capturado por piratas mouros e Brites foi vendida como escrava. Com a ajuda de dois outros escravos portugueses conseguiu fugir para Portugal numa embarcação que, apanhada por uma tempestade, veio dar à praia da Ericeira. Procurada ainda pela justiça, Brites cortou os cabelos, disfarçou-se de homem e tornou-se almocreve. Um dia, cansada daquela vida, aceitou o trabalho de padeira em Aljubarrota e casou-se com um honesto lavrador..., provavelmente tão forte quanto ela.

O dia 14 de Agosto de 1385 amanheceu com os primeiros clamores da batalha de Aljubarrota e Brites não conseguiu resistir ao apelo da sua natureza. Pegou na primeira arma que achou e juntou-se ao exército português que naquele dia derrotou o invasor castelhano. Chegando a casa cansada mas satisfeita, despertou-a um estranho ruído: dentro do forno estavam sete castelhanos escondidos. Brites pegou na sua pá de padeira e matou-os logo ali. Tomada de zelo nacionalista, liderou um grupo de mulheres que perseguiram os fugitivos castelhanos que ainda se escondiam pelas redondezas. Conta a história que Brites acabou os seus dias em paz junto do seu lavrador mas a memória dos seus feitos heróicos ficou para sempre como símbolo da independência de Portugal. A pá foi religiosamente guardada como estandarte de Aljubarrota por muitos séculos, fazendo parte da procissão do 14 de Agosto."                                                                                                   

 

                                                                                                     in www.lendasdeportugal.no.sapo.pt

 

E nós que não comemoramos o nascimento do nosso país. Mas comemoramos as revoluções. Não comemoramos uma alegria como o nascimento de um país, mas comemoramos os dias das revoluções, que geralmente aconteceram por causa de coisas tristes e sangrentas ou violentas. Comemoramos os dias santos, que ninguém sabe bem para que servem, mas não o fazemos com a coisa que nos facultou a nossa Nacionalidade. E não venham dizer que o 10 de Junho serve para isso. Para além de ser o dia em que Camões nasceu ou morreu, agora não me lembra, não vejo que mais tenha acontecido nesse dia em outros anos, que faça com que tenhamos de o comemorar. Não tiro mérito ao homem, mas se é para comemorar apenas por causa disso, isso já acontece com o que fazemos com os dias Santos. E já agora que gostamos de comemorar lutas, alguém sabe o que aconteceu no dia 9 de Abril de 1918?

 

publicado por Alvaro Faustino às 18:31
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