Porque sem ele, não teríamos saído da Idade da Pedra. Com amor, respeito e opinião tudo se resolve, tudo evolui...

08
Nov 06

Pois bem. Depois de tanto planeamento e adiamentos, chegou finalmente a hora de partir. É pois um dos últimos posts escritos ainda em Portugal. Parto esta madrugada à procura de uma vida que o meu próprio país não me consegue oferecer, por mais que se tente. Irei aprender entre outras coisas uma das mais importantes, provavelmente. Irei aprender a amar este país de uma outra perpectiva. Uma que não tenho nem consigo ter. Cá sinto-me sem futuro e preso de viver, por isso parto. Não por não gostar de Portugal ou dos portugueses, mas porque existe uma nuvem muito cinzenta a pairar sobre nós.

 

Deixo-vos a todos. Amigos e inimigos, com um abraço ternurento e saudoso, mas sem ser um adeus, antes um:

ATÉ BREVE.

Pois para onde vou também existe internet e tanto este como o outro blog, estarão sempre com novidades.

publicado por Alvaro Faustino às 01:05
sinto-me: de partida
tags:

Olá, meu amigo então ainda cá estás? Foi agradável vir aqui e perceber que ainda hoje aqui vieste. Eu espero que não te esqueças que a internet está em todo o lado, e nos venhas dar noticias e visitar. Vou querer saber tudo, dessa nova vida. No sábado deixaste-me com uma lágrima no canto do olho, hoje já estou mais conformada, este Pais sempre foi pequeno para almas tão grandes como a nossa.
ciloca a 8 de Novembro de 2006 às 21:59

Até breve
Que tudo corra pelo melhor.
Vai dando noticias.
Beijocas
Maeve a 9 de Novembro de 2006 às 11:19

Olá Amigo!!!
Já lá vão alguns meses que trocamos pro aqui e por ali os nossos comentários e acabamos por simpatizar, um do o outro (espero eu)
De repente ao ler o teu post, sente-se um ligeiro vazio!
Espero que tudo te corra bem, do fundo do meu coração!!!
Admiro-te pela coragem que eu não tenho de também partir e ter outras oportunidades, lamento imenso este meu medo/receio, mas não consigo!!!
Força
Um Abraço daqueles bem fortes! E até à próxima Amigo.
RM a 10 de Novembro de 2006 às 11:20

Tomo a liberdade, de trazer poema..hoje feito...de mágoa..por ver este Portugal esmagado por políticos eternamente perdulários e banqueiros usurários..que nos transdormaram em meras minhocas incómodas e dispensáveis...a quem o unico destino que resta será...rastejar...

Sonhos de Abril, acabados

Neste domingo manso,
Verão de São Martinho,
Em que nem chove,
nem há cheiro de vinho

A alma inquieta, fria
Esta nervosa melancolia,
Tamanha tristeza vazia
Sofrendo tanta hipocrisia

Sonhos de Abril, devaneios
Sonhos de Abril derivados
Sonhos de Abril, acabados


E o corpo não quer folia
Neste Novembro bruto
Dissolveu o Abril magia
Ao poder do euro astuto

Os banqueiros usurários
Aliados a pseudo-juristas
O fim de Abril, perdulários,
Pediram aos políticos copistas

Valha-nos São Martinho
Ajuda-nos neste desígnio
Beber sangue por vinho
Abril entrou em declínio


Sangue e utopias, contados
Desfeitos e esfarrapados
Submetidos ao euro delírio
Professor, eis o teu martírio

Sonhos de Abril, devaneios
Sonhos de Abril, acabados
Sonhos de Abril…
triste fado

meiadesfeita a 13 de Novembro de 2006 às 00:05

Faça-me o favor de se pôr a léguas destas situações. OK? Beijinhos


A empresa holandesa de trabalho temporário Tempo Team prometeu regularizar hoje os salários em atraso dos 80 portugueses que chegaram há duas semanas e dizem ter passado fome. Franciene Boer, director de operações da empresa, visitou os emigrantes na localidade holandesa de Stremproy, que se queixam de não estarem a ser respei- tadas as promessas feitas na altura da contratação em Portugal.

Quatro portugueses regressaram ontem a Portugal, desiludidos com a experiência. Garantiram-lhes que irão receber o dinheiro em dívida por transferência bancária.

Franciene Boer disse que a Tempo Team, a segunda maior empresa de trabalho temporário na Holanda, vai resolver os problemas, mas considerou normal que existam atrasos nas primeiras semanas de trabalho, o que se deve ao sistema de pagamentos na Holanda. Na altura do recrutamento, "todos são avisados de que devem trazer dinheiro para as primeiras semanas", garantiu.

Mas vários trabalhadores queixaram-se de não terem sido informados da totalidade das condições quando foram contratados por Helder Barbosa, em Portugal, nomeadamente de que teriam um período tão prolongado sem remuneração. Armindo Resende, um dos emigrantes que regressaram ontem, disse que recebeu apenas 47 euros em quatro semanas e, só depois de forte negociação, lhe deram 200 euros para poder pagar a viagem. Considera que lhe devem cerca de mil euros.

Os trabalhadores dizem que não saem da Holanda sem terem as contas em dia. Karine Oliveira é bem clara: "Daqui não saio sem o meu dinheiro." Veio para a Holanda com o namorado, Bruno Fonseca, a trabalhar para a mesma empresa, à procura de uma vida melhor e diz que não vai voltar para Portugal "com menos dinheiro que trouxe".

O embaixador de Portugal em Haia visitou ontem o grupo. Um dos emigrantes, Emanuel Nascimento, disse que os diplomatas lhes pediram os contactos e que foram logo embora. Conta que o embaixador comentou: "Não estamos a ganhar horas extras, ninguém nos paga a mais por isso."

Fonte da secretaria de Estado das Comunidades em Portugal disse que o embaixador irá fazer um relatório para avaliar a situação.
ciloca a 15 de Novembro de 2006 às 20:14

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