Porque sem ele, não teríamos saído da Idade da Pedra. Com amor, respeito e opinião tudo se resolve, tudo evolui...

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Jul 10
 
Bem e é com estas imagens que se faz má publicidade a Portugal. E porquê? Porque apenas importam economias e finanças de milhões e não a natureza, mesmo que esta faça perder algum dinheiro e ás vezes vidas. Os políticos estão bem protegidos dentro dos seus gabinetes com ar-condicionado.
 
E porque não uma solução? Ou melhor, uma ideia porque não passo de um simples emigrante, mas que gosta de seguir a vida no seu país. E gosta de participar na construção de um país melhor para todos, porque um dia voltarei e gostava de o fazer para um país melhor. Por isso aqui vai...
 
Segundo o Instituto Nacional de Estatistica (INE), em Dezembro de 2008, existiam cerca de 12000 reclusos nas nossas prisões (poderíamos contar com mais alguns até agora, mas que fique por aqui). Evidentemente que não poderíamos contar com todos, pois existem alguns cujos crimes que cometeram e penas aplicadas não permitem executar uma ideia destas. Mas os restantes sim, vá lá cerca de metade (6000) parece bem. Juntemos então mais alguns milhares de beneficiários do chamado Rendimento de Inserção Social (RSI) em equipas separas e teremos uns bons milhares.
 
Temos a mão de obra, passemos então ao trabalho que consiste em fazer equipas distritais para os reclusos e/ou concelhias para os restantes para a limpeza de matas em Portugal. Os reclusos devidamente acompanhados por forças de segurança e devidamente restritos ao local de limpeza, com a ajuda do exército se necessário, pois é para isso que servem: proteger o território nacional. E os incêndios são um ataque grave ao bem estar da nação. Quanto aos restantes penso não ser preciso muita coisa, bastará uma pessoa responsável para verificar a presença das pessoas no local. Caso contrário, aplicar cortes de subsidio, por exemplo. 
A presença de pessoas e mais ainda de forças de segurança e militares são um elemento também de dissuasão e fiscalização das matas, piromania e de aterros ilegais.
 
O trabalho está feito e quanto á economia? Pois bem também visa essa vertente. Com esta mão de obra deixa-se de pagar a empresas para efectuar a limpeza de matas do Estado e dando aos proprietários particulares uma opção, não tendo desculpa para não a fazer, limpar as suas matas.
Outra coisa que os proprietarios ficam a ganhar é uns trocos com o mato e isto está na segunda parte da minha ideia.
 
O que fazer com o produto criado?
Vender, claro. Mas como? A quem?
 
Antigamente as nossas florestas eram mais limpas. Os proprietários cortavam e limpavam as matas porque tinham saída desse material para estrumes nos campos de cultivo. Agora não se usa esse tipo de estrume e adubos, tudo é quimico, por isso deixou de haver razão para as limpar. Mas continua a haver solução para isto.
 
Nesta era moderna, quase todas as nações investem nas energias renováveis e Portugal não é excepção, sendo aliás um dos que mais investe nesta tecnologia. Mas porque não mais um pouco?
 
Porque não investir em Centrais de Biomassa? Distritalmente, ou em pontos centrais do país, construir deste tipo de centrais de produção de energia, podendo assim haver escoamento deste material. Os proprietários vendiam recebendo uma parte e outra parte o Estado, já que "fornece" a mão de obra, a central produzia energia, vendendo-a e com os restos sólidos produzir adubos naturais vendendo-o á agricultura. Cria-se assim um circulo de ganhos e vendas entre Estado, proprietários agricolas e população em geral, ficando a floresta limpa, segura e vigiada, os proprietários com um bom incentivo com a possibilidade de lucrar mais rapidamente com a floresta e o Estado ganhando com o trabalho de um investimento que muitas vezes está parado (prisões e RSI) e com o não gasto de recursos e dinheiros em combate a incêndios.
Com um bónus: A produção e venda de energia e adubos naturais.

 

Uma ideia de um simples português, abarcando vários elementos: prevenção, ambiente, economia, fiscalização, integração e reabilitação de reclusos, justiça, sensibilização popular entre outras.

publicado por Alvaro Faustino às 21:16

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