Porque sem ele, não teríamos saído da Idade da Pedra. Com amor, respeito e opinião tudo se resolve, tudo evolui...

09
Mai 13

 

Histórias à volta dos Maias não são recentes. Desde há muito tempo que se escreve sobre este povo desaparecido da América do Sul, suas lendas, profecias e tradições. Este romance é de 1993 e conta-nos as aventuras de uma pessoa normal, que de repente se vê numa grande aventura em terras peruanas em sucessivas coincidências, encontros e intuições na busca de nove manuscritos e a sua compreensão.

 

Com explicações metafísicas e espirituais, também as tem mais terrenas. Embora na minha opinião a vida não pode evoluir, ser vivida e explicada apenas com a compreensão das coincidências e intuições por que todos passamos na vida. Viver a vida é muito mais que isso. Mas de uma forma geral e tal como sugere o resumo do livro, é um livro "para mudar a vida". De certa forma remete-nos para uma aprendizagem espiritual do sentido da nossa própria vida, porque ela é mais complicada, por mais simples que nos possa parecer.

 

É de uma leitura agradável, óptima para ler antes de deitar ou de manhã ao acordar, pois consegue-nos dar uma força e clareza do dia que se avizinha a seguir. Como curiosidade do mesmo, no final de romance há possibilidades do porquê do desaparecimento dos Maias e até mesmo dos supostos milagres de Jesus. Tudo está na forma, nível de compreensão e uso da energia que nos rodeia diariamente, mas aqui já entramos verdadeiramente no campo da especulação, mas que não deixa de ser curiosa e até plausível no enquadramento do romance. Uma outra forma de ver as coisas, já que a lenda destes manuscritos maias existe. E como sabemos, há muita coisa que a Ciência Moderna consegue hoje explicar e demonstrar sobre as lendas e escritos antigos, como por exemplo a explicação e demonstração da Fisica sobre algumas coisas reveladas por estes manuscritos Maias, especialmente a ilusão de um Mundo estável e compacto, quando a matéria é activa, vibra e interage continuamente sem que nos apercebamos, dando assim esta ilusão de estabilidade da matéria.

 

Um livro para ler e reflectir e quem sabe, para nos mudar a vida, ou pelo menos a forma de a encarar ou compreender o que provavelmente será pergunta mais usada por nós... Porquê?

Boas leituras.

publicado por Alvaro Faustino às 10:57

18
Abr 13

 

Fantástica história para os não crentes. Fenomenal relato para os que acreditam. Independentemente do que acreditarem, no fim há duas coisas que ficam:

1- Existe sempre a esperança e ela é sempre a última a morrer.

2- O Mundo pertence mesmo ás crianças e ás suas verdades puras e honestas.

 

O livro conta a história verídica de um menino que aos 4 anos se encontra ás portas da morte devido a uma apendicite e que durante a intervenção cirúrgica, e embora não chegando a morrer, tem uma espécie de experiência paranormal onde a sua alma viaja até ao céu e ali encontra-se com Jesus, Deus e familiares já falecidos que nunca chegou a conhecer em vida.

A mim, embora seja um não crente, tocou-me pela simplicidade, honestidade e normalidade dos relatos da criança que ao longo dos anos seguintes vai contando aos seus pais a sua vivência neste acontecimento.

Um livro que se lê muito facilmente, bastante acessível ao entendimento de qualquer um e que nos deixa a pensar e acreditando ou não, deixa-nos uma esperança na vida... e um conselho. Acreditem ou não que O Céu Existe Mesmo, pratiquem a bondade, o amor e a ajuda e descobrirão que o Céu, pode ser mesmo aqui nesta Terra.

Boas leituras.

publicado por Alvaro Faustino às 21:25

01
Abr 13

Dia 14 de Fevereiro, para muitos um dia de felicidade e troca de presentes. O Dia dos Namorados. Também eu já o festejei e foi dia de partilha de presentes com a minha actual esposa, mas não este ano. Neste ano de 2013 foi o dia em que o Mundo fugiu dos nossos pés e tudo pareceu ruir.

Depois de toda a ansiedade e receios anteriores aos exames e consultas, ao final do dia foi neste local que tudo pareceu real.

 

 
Ouvi a notícia sereno, talvez alienado da verdadeira realidade. Sem esboçar um rasgo de medo ou anseio, tristeza ou sentimento de ódio pela vida, levantámo-nos do consultório, marcamos as novas consultas e saímos do hospital em direcção a casa.
E foi aqui que não aguentei. Encostei-me a esta árvore, a minha esposa a mim e chorei, desabafei para o mundo. Coloquei em palavras e lágrimas tudo o que me ia na alma enquanto a neve caía e o frio me congelava a cara molhada pelas gotas de água que me caíam e que chegavam ao chão, já duras de gelo. Aquele tronco segurou-me e amparou-me na hora mais difícil da vida. Deu-me a força para enxugar os olhos molhados, pegar nas mãos da minha esposa e dizer que vamos conseguir, que vamos superar as dificuldades da vida juntos, pela nossa pequena filha e por nós. Deu-me energia para continuar o caminho para o nosso lar, para seguir em frente, e para a partir daquele momento falarmos abertamente do nosso problema e da doença que tinha sido diagnosticada à minha companheira de vida. Preciso de ser forte para lhe dar força a ela e é isso, que aqueles minutos, encostados aquela árvore me deram, a chorar e a congelar num dia de queda de neve forte. Foi provavelmente a melhor coisa que fiz inconscientemente.
Hoje, já com a operação realizada e com a perda física da amputação da minha companheira e amiga, gánhamos em amor, amizade e companheirismo para partilhar, entre nós, com a nossa filha e com futuros rebentos, que de uma maneira ou de outra havemos de criar. Estamos prontos, sempre prontos para o passo seguinte. 
 
O Cancro é, para além de uma doença que nos pode transformar fisicamente, com uma (im)provável cura que é dura, doentia e extenuante, é também uma doença que nos ataca psicologicamente como uma seta que atravessa a pele e nos esventra as entranhas. Que nos tira o chão debaixo dos pés e nos coloca nos ombros o peso do Mundo. Os doentes de Cancro sofrem, mas quem com eles está também, mas mais calados, mais silenciados para que tenham sempre a força necessária para partilhar com a sua amada. Mas estamos orgulhosos do nosso bem-estar mental que atingimos. Não nos escondemos, sempre falamos abertamente sobre o assunto, sempre como se fosse a coisa mais natural da vida, que em certa maneira até será, pois as dificuldades e as más surpresas fazem parte dela.
 
Depois disto passar, de vencer e retomar o caminho que traçamos, prometo aqui a quem ler e em pensamento aquela árvore, que coloco uma vela junto daquele "pilar" para que outros que possam vir a precisar, terem a luz de um local que os possa amparar e segurar, tal como nos fez a nós. As tuas raízes seguram-te ao chão, os teus ramos parecem segurar os céus, mas foi o teu corpo que me segurou e aqueceu naquele dia branco, frio e de neve.
 
Alvaro Faustino, casado com uma lutadora contra um Cancro de Mama.
 
 

 

publicado por Alvaro Faustino às 23:05

30
Jan 13

 

Não sei como lhe chamar, mas hoje como de propósito, dia dos meus anos, vi uma situação na auto-estrada que me deixou revoltado e a pensar na porcaria de sociedade em que vivemos, seja ela holandesa, portuguesa ou outra qualquer.

 

Ora hoje tivemos uma manhã de chuva, mas à tarde lá apareceu o sol a dar o ar de sua graça. Sendo que saio do trabalho às 15:30, depressa cheguei à auto-estrada com o piso ainda molhado... e o Sol a brilhar forte de frente e já algo baixo. Detesto esta receita. Sol forte de frente e piso ainda molhado. São simplesmente dezenas de sóis a cegar-nos e a dificultar-nos a condução, pelo reflexo que faz no piso e nos carros que seguem à nossa frente. Por isso, lá fui eu com o máximo cuidado que podia e depois de entrar na A4 e já perto de Schiphol, deparo-me com um Mercedes 240D, de cor preta. Uma autêntica máquina de guerra devo dizer. Mas o condutor ia na verdade muito devagar. 70 Km/h para ser exacto, o que causava transtorno a quem seguia atrás e embora na faixa da direita, a pressão do trânsito mesmo aquela hora e com mais três faixas de rodagem é grande e começou a criar abrandamento.

 

Pois foi a partir daqui que começou a situação. Enquanto me mantinha atrás daquele carro à espera de uma aberta segura para poder ultrapassar, quase todos os carros que o conseguiam, ao passar pelo velho Mercedes buzinavam, ponham-se a mandar vir com o condutor ou cortavam a ultrapassagem com tangentes à frente do carro, causando ainda mais dificuldade ao condutor e perigo a todos os que seguiam na via. Sim, é verdade, 70 Km/h numa auto-estrada é pouco mas bem dentro da Lei. Mas lá chegou a minha vez de ultrapassar e ao fazê-lo não pode deixar de olhar para a pessoa que ia a conduzir. Não procurava dizer nem fazer nada, apenas ultrapassar e seguir a minha vidinha e é aqui, quando olho para o pobre homem, que me revoltou tudo o que tinha visto até então.

 

Ao volante seguia um homem, já bem nos seus mais de 75 anos, com os seus óculos retro, completamente colado com a cara no vidro, as duas mão firmemente agarradas ao volante e uma expressão de visível dificuldade e esforço em conseguir conduzir com um piso molhado, pára-brisas constantemente a sujar-se com a água que saltava e os reflexos do Sol, brilhantes e fortes, vindos dos vidros, chapas e do próprio Sol que lhe estavam à frente.

 

Deixou-me simplesmente revoltado pensar que toda aquelas pessoas que se indignaram com o velho senhor, no seu velho Mercedes, não pararem para pensar na situação. Estamos todos simplesmente preocupados com os nossos problemas, com os nossos objectivos.

Circulamos sempre com pressa no nosso dia a dia, indiferentes ao que se passa à nossa volta. Simplesmente não abrandamos na nossa vida e olhamos para o lado para ver as dificuldades e problemas alheios. Queremos seguir a todo o custo para a frente, com pressa, sem ninguém no caminho, indiferentes, sem olhar, sem pensar.

 

E o único desfecho no futuro é sermos um velhotes, já bem nos nossos mais de 75 anos, com óculos retro, completamente colados com a cara no vidro, as duas mãos firmemente agarradas ao volante e uma expressão de visível dificuldade e esforço em conseguir conduzir com um piso molhado, pára-brisas constantemente a sujar-se com a água que salta e os reflexos do Sol, brilhantes e fortes, vindos dos vidros, chapas e do próprio Sol que nos está à frente e como extra, levar com a indiferença e falta de solidariedade dos apressados.

publicado por Alvaro Faustino às 22:20

13
Jan 13

 

Mais uma estreia de autor e que fantástica obra de um dos maiores astrónomos do séc. XX. Carl Sagan delicia-nos com uma obra sobre a nossa própria inteligência. Desde os primórdios do Homem, passando pelo presente e por algumas das doenças mentais até nos levar para um possível futuro e mais, leva-nos igualmente a especular sobre a inteligência extraterrestre.

 

Quando escolhi este livro, fi-lo pelo nome do autor e quando o acabei de o ler, procurei mais informação sobre o mesmo. Só posso dizer que fiquei ansioso de ler mais umas obras dele, principalmente a obra que deu origem a um dos melhores filmes que alguma vez vi: Contacto. Sem falar de uma série que adorava e que foi igualmente premiada com um Emmy: Cosmos.

Se o filme foi único, o livro terá de ser inesquecível.

 

Mas voltando aos Dragões do Éden, Carl Sagan aventurou-se numa área que em nada dominava, pelo menos na mesma forma que a astronomia, mas hoje em dia, esta obra é usada em muitas universidades como livro a estudar para quem frequenta a neurologia. Desde o nosso cérebro réptiliano, ao nosso sistema límbico até ao nosso neurocortex. O porquê de dormirmos e sonharmos. A revelação (para mim) dos embriões humanos passarem por uma fase onde se formam uma espécie de guelras no útero materno. A evolução da espécie, a associação de medos ao nosso passado mais animal e mesmo arborícola. E é uma obra tão simples, tão acessível à compreensão.

 

A obra deixou-me com mais esperança numa evolução inteligente, com a ajuda da tecnologia. Evolução essa que nos levará a um estado de inteligência superior e que eventualmente nos fará viajar por esse "mar" imenso de desconhecido que é o Universo.

Para já, a única coisa que quero fazer é voltar a visionar uma das suas obras-primas, aproveitando assim a restante tarde de Domingo.

A seguinte leitura, já em curso, é Que Cavalos São Aqueles Que Fazem Sombra no Mar, de António Lobo Antunes.

 

 

 

publicado por Alvaro Faustino às 15:37

06
Jan 13

Desligam-se hoje as luzes. Guardam-se os enfeites de Natal. O pinheiro volta à caixa por mais um ano. Os pratos dos doces ficam vazios. Começa a época das dietas. Arranca-se em força neste jovem ano de 2013. Tudo volta ao normal... ou não será bem assim? Voltemos ao normal, pois então, seja lá o que isso for.

 

publicado por Alvaro Faustino às 19:31
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04
Jan 13

Depois de ler o respectivo livro e de ver uma entrevista com o autor do mesmo, Ken Follett falou que iria ser produzida também uma série para televisão, da mesma forma que os Pilares da Terra. A revelação deixou-me curiosíssimo. Também vi a série Os Pilares da Terra depois de ler o livro e devo dizer que gostei,mas como a curiosidade era tanta e como as televisões portuguesas preferem dar outro tipo de programas, fui obrigado a procurar por outros "canais". Encontrei uma versão com dobragem em português, mas desculpem-me lá os defensoresda língua de Camões, não suporto dobragens para português do Brasil e assim, recaí numa segunda opção: a dobragem em espanhol, já que a versão inglesa original apenas oferece uns pequenos excertos.

 

 
Este é o primeiro de oito capítulose depois de os ver, bem... deixo-vos com a minha critica no canal, com a devida tradução:
 
"Después de ver toda la serie, estoy muy decepcionado con el resultado, una completa distorsión del libro. La única cosa que me sorprendió más que el libro, es Tomas Langley ser el desaparecido Eduardo II, fue una buena enmienda en lahistoria original. Por otra parte, se dio mucha importancia al Rey de Inglaterra y su madre, dejando caer la gran importancia de Caris y Merthin en la historia de Kingsbridge. Recomiendo el libro original sobre esta serie."
 
Depois de assistir a toda a série, estou muito decepcionado com o resultado, uma distorção completa do livro. A única coisa que me surpreendeu mais do que o livro, é Tomas Langley ser o desaparecido Eduardo II, foi uma boa alteração na história original. Por outro lado, foi dada muita importância ao rei da Inglaterra e sua mãe, deixando cair a grande importância da Caris e Merthin na história de Kingsbridge. Eu recomendo o livro original em detrimento desta série.
 
Para quem não conhece a história original, até poderá gostar desta produção, mas para quem já a leu é uma autêntica desilusão, chegando mesmo a confundir-nos e a levar-nos à interrogação se ambas são na realidade o mesmo conto.
 
Para outros a quem possa interessar,
a versão dobrada em português - Brasil
 
publicado por Alvaro Faustino às 19:54

03
Jan 13

 

E cá estamos em pleno no Novo Ano. O balanço do Velho foram revistos e os planos e objectivos para o Novo foram traçados. Mas na altura do balanço, quanto do que planeamos e objectivamos foi na realidade alcançado? Revejo o balanço, sem dúvida, mas não é de meu costume traçar a régua e lápis a minha vida. Deixo-me apenas guiar pelas decisões, boas e más, que vou tomando em virtude do ambiente que me rodeia, sempre em constante mutação e nas quais não temos controle. Devemos criar constantemente as nossas oportunidades. Elas são criadas pois, não aparecem do nada. A vida continua e devemos ter a noção de que a oportunidade entra, se tivermos a devida porta aberta.

 

O degrau alto traz mais probabilidade de desilusão e por isso levo a minha vida por uma escada acima, degrau a degrau, passo a passo, mão a mão. Uma vez subo dois, outra vez desço um, mas terei sempre onde me agarrar com a firmeza necessária para não me esborrachar no chão.

A vida continua e no dia seguinte, teremos mais uma chance de tentar subir mais um degrau. Isto para não corrermos o risco de chegarmos ao fim do ano e termos de novo traçar os mesmos objectivos e planos, embora com algumas nuances, nem corremos o risco de mais uma vez, nos desiludirmos com o balanço final. Afinal um ano é apenas uma passagem no tempo. Para mim não é o final nem o inicio de nada pessoal. O meu final é o fim da minha própria escada, de onde os meus descendentes poderão depois continuar a subir as suas.

 

Um Bom Ano de 2013.

publicado por Alvaro Faustino às 22:45
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27
Dez 12

E esta é a segunda vitima da minha "sede", A Mão do Diabo de José Rodrigues dos Santos.

 

 

 

Não se deixem enganar pela espessura do livro. É uma obra que se lê rapidamente e afincadamente do principio ao fim em poucos dias. As explicações económicas para a crise são verdadeiras, mas o que a torna interessante, são as razões politicas hipotéticas colocadas pela história ao longo do livro. Aliás, as "segundas palavras" estão bem explicitas na Nota Final do livro. Embora faltando a explicação de como se financiam os bancos e governos europeus, as que foram dadas são verdadeiras e encaixam-se perfeitamente na realidade da crise. Os problemas do Euro desde a sua fundação, a revelação dos verdadeiros mentores do Euro, o porquê da participação activa da Alemanha no controle da moeda, devido a razões históricas. A realidade grega e portuguesa no seio da crise. Mas também temos o depois, o futuro da UE e do Euro também se encontram na história... e claro, os problemas encontrados nestes planos futuros.

 

Para uma compreensão histórica e de factos da crise, para um vislumbre do futuro na Europa, misturado com os problemas pessoais do nosso herói e da comunidade, o romance e o mistério... Sem dúvida a não perder. É uma sopa histórica, veridicamente nutritiva que nos esclarece e ficcional com romance, mistério e acção que nos leva a sonhar. Mais uma vez, o autor leva-nos a uma história com acção, mistério e romance com factos históricos incluídos na pele da personagem de Tomás Noronha, tal como é seu costume.

 

Infelizmente, este era outra obra para a temporada de 2013... que não chegou ao fim de 2012.

publicado por Alvaro Faustino às 14:09

É o que faz receber prendas antes do dia de Natal. A minha encomenda litúrgica para a temporada de 2013 chegou e foi imediatamente devora. O primeiro da lista era Um Mundo Sem Fim Vol.II de Ken Follett, já devidamente lido.

 

Mostra-nos um retrato da Idade Média na Inglaterra muito realista. A Igreja e os poderosos ficam mais uma vez mal na História devido à sede de poder, vingança e ganância à custa do sofrimento do Povo. A Guerra contra os franceses, a Peste Negra, os jogos pela independência de uma cidade,a luta por um amor que se vai revelando impossível e pela realização dos nossos sonhos pessoais em benefício da comunidade, leva-nos a não querer parar de ler. Por esta razão, um livro que deveria ser para leitura na minha temporada de 2013... não chegou sequer ao fim de 2012, nem sequer ao Natal.

 

No final, fiquei com uma sensação de vazio. Dá-me a impressão de que precisa de mais, de um seguimento no futuro. Da mesma forma que Um Mundo Sem Fim é, de certa forma, a continuação dos Pilares da Terra, acho que Ken Follett deveria escrever para dar seguimento a Um Mundo Sem Fim com outra obra. De resto, agora é esperar pela produção da série de televisão desta obra, tal como aconteceu com os Pilares da Terra. E esperar igualmente que outros leitores sintam a necessidade de uma trilogia em volta da catedral de Kingsbridge, para que o autor se sinta motivado para nos presentear com a sua escrita límpida e empolgante.

publicado por Alvaro Faustino às 11:43

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